Quem sou eu

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Olá! Sou professora de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação de Campinas e trabalho com inclusão escolar na rede regular de ensino, desde 2003. Atualmente atuo na Sala de Recursos Multifuncionais, fazendo o Atendimento Educacional Especializado para crianças com deficiência, TGD e altas habilidades no contra turno da escola regular. Sou casada, tenho dois filhos pequenos (meus ruivinhos lindinhos) e um cachorro fofo. Nossa família é cristã e sempre se reúne para orar, ler a Bíblia e fazer estudos bíblicos com as pessoas. Gosto muito de ler, cantar, tocar violão, meia lua. Também escrevo livros infantis e gosto muito desse trabalho. Tenho quatro livros publicados pela Editora Árvore da Vida,  artigos sobre educação e um livro digital publicado pela Saraiva: Josias - pé na cidade, coração no rio. Outros livros estão em andamento! Possuo quatro blogs:

Espero que você goste! Boa leitura!

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Como educar os filhos em Deus - o importante papel dos pais na formação espiritual dos filhos.

Somos muitas coisas: cristãos, cônjuges, pais, trabalhadores... E também somos filhos. Como filhos, tivemos as nossas experiências, através daquilo que aprendemos com os nossos pais. Alguns passaram por boas experiências, outros não. Aprendemos de duas formas:
·         Admiração. 
·         Aversão.
Trazemos essas experiências quando nos tornamos pais. E muitas vezes, até o que considerávamos inadequado, reproduzimos novamente, mesmo sem querer... Porém nós, que cremos no Senhor, temos um novo nascimento! Temos um Pai, que é celestial! Ele é amor e justiça em natureza. Precisamos reaprender com Ele a missão de sermos pais. Como? Lendo a palavra e orando em todas as circunstâncias.

Temos três esferas de cuidado para com os nossos filhos, mas elas devem estar interligadas!




1-      CORPO
2-      ALMA
3-      ESPÍRITO

1-      CORPO:

Quase todos os pais fazem: alimentam, cuidam da saúde, da higiene, da alimentação. Providenciam vestimenta, alimento, remédios... A dificuldade é quando alguns pais dão atenção quase que unicamente a esse aspecto.

2-    ALMA:

2.2    Educação:
               
Precisamos nos revestir de nossa autoridade enquanto pais.
               Como? Conhecendo a palavra e nossa responsabilidade, que é só                   nossa, de conduzir nosso filhos na disciplina e admoestação do                     Senhor.
                Nosso Pai é firme e amoroso, justo e misericordioso.


               
Situações e sentimento que derrubam a autoridade dos pais:

         Excesso de rigidez, castigos indevidos, sem moderação, desproporcionais, descontar nas crianças as dificuldades do dia a dia – falta de justiça e misericórdia. Não tocam na consciência da criança.
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   Permissividade - normalmente pela culpa diante da falta de tempo. Permissividade e compensação material ao invés de investimento espiritual e afetivo – geram crianças superficiais e de caráter frouxo, que muitas vezes envergonham os pais.  O que o nosso Pai celestial mais quer? Nossa presença. Nosso tempo.
Como é o tempo que temos dado aos nossos filhos? Esse tempo é de qualidade, nele vemos amor, dedicação, atenção, diálogo correção adequada?

3-      CUIDAR DA SAÚDE ESPIRITUAL DOS FILHOS:

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  Dar importância para as dificuldades das crianças. Ouvir com atenção seus medos, dificuldades, frustrações e não menosprezar seus sentimentos. Ler nas crianças até mesmo aquilo que ela não diz e ajudá-la a verbalizar para que ela ore conosco e seja ajudada. Trazer o Senhor nessas experiências.
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Acreditar na capacidade da criança de conhecer e receber o Senhor, ainda criança. Não contar os fatos bíblicos como se fossem meras historinhas. A palavra é o sopro de Deus. Ela transmite o Senhor. Quando for ensinar a palavra, ensine Cristo nela, pregue o evangelho, relacione com a vida deles. Simplifique a palavra ao nível das crianças, mas não tire o poder de Cristo, a obra Dele.

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   Trabalhar desde cedo nas crianças a consciência do pecado, da justiça de Deus e da obra de redenção do Senhor. Elas precisam não apenas saber o que é certo ou errado, mas o que é vontade ou não de Deus, serem levadas ao arrependimento quando erram e ao sentimento de perdão da parte de Deus, quando genuinamente se arrependem. Trabalhar questões do dia a dia, como falar palavras feias, mentira, desobediência, brigas, furto... Enfim o que fere ao Senhor e impede a nossa comunhão com ele.