Somos muitas
coisas: cristãos, cônjuges, pais, trabalhadores... E também somos filhos. Como
filhos, tivemos as nossas experiências, através daquilo que aprendemos com os
nossos pais. Alguns passaram por boas experiências, outros não. Aprendemos de
duas formas: Situações e sentimento que derrubam a autoridade dos pais:
Permissividade - normalmente pela culpa diante da falta de tempo. Permissividade e compensação material ao invés de investimento espiritual e afetivo – geram crianças superficiais e de caráter frouxo, que muitas vezes envergonham os pais. O que o nosso Pai celestial mais quer? Nossa presença. Nosso tempo.
Dar importância para as dificuldades das crianças. Ouvir com atenção seus medos, dificuldades, frustrações e não menosprezar seus sentimentos. Ler nas crianças até mesmo aquilo que ela não diz e ajudá-la a verbalizar para que ela ore conosco e seja ajudada. Trazer o Senhor nessas experiências.
Acreditar na capacidade da criança de conhecer e receber o Senhor, ainda criança. Não contar os fatos bíblicos como se fossem meras historinhas. A palavra é o sopro de Deus. Ela transmite o Senhor. Quando for ensinar a palavra, ensine Cristo nela, pregue o evangelho, relacione com a vida deles. Simplifique a palavra ao nível das crianças, mas não tire o poder de Cristo, a obra Dele.
Trabalhar desde cedo nas crianças a consciência do pecado, da justiça de Deus e da obra de redenção do Senhor. Elas precisam não apenas saber o que é certo ou errado, mas o que é vontade ou não de Deus, serem levadas ao arrependimento quando erram e ao sentimento de perdão da parte de Deus, quando genuinamente se arrependem. Trabalhar questões do dia a dia, como falar palavras feias, mentira, desobediência, brigas, furto... Enfim o que fere ao Senhor e impede a nossa comunhão com ele.




























